| Aqualider - Marco inicial da piscicultura marinha Brasileira
Breve Histórico:
A AQUALIDER iniciou suas operações em 1998 produzindo e comercializando para todo o Brasil náuplios e pós-larvas de camarão marinho da espécie Litopenaeus vannamei. Em 2002 foi agraciada pela ABRINQ com o título de "Empresa Amiga da Criança" pelos 10 compromissos assumidos e realizado na defesa dos direitos da criança e do adolescente. Em 2005 iniciou investimentos em infra-estrutura e tecnologia para a captura, reprodução, alevinagem e engorda de beijupirá (Rachycentron canadum), peixe marinho natural do litoral brasileiro, visando o cultivo desta espécie em tanques-redes e posterior comercialização no Brazil e exterior.
Em 13 de fevereiro de 2009 inaugurou a Fazenda Marinha Aqualider, na presença do presidente da república Ilmo. Sr. Luís Inácio Lula da Silva, do governador do estado de Pernambuco Ilmo. Sr. Eduardo Campos, do ministro da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca (SEAP/PR) Ilmo. Sr. Algemir Gregolin, do prefeito do Recife, Ilmo Sr. João da Cota e demais autoridades do corpo executivo, legislativo e judiciário dos governos federal, estadual e municipal, bem como empresários e personalidaes de expressão da sociedade brasileira. Esta solenidade gravou a Aqualider como primeira empresa no Brasil a obter a concessão de águas da União para aquicultura, tornando-se marco inicial da aquicultura legal no Brasil.

A Fazenda Marinha:
A Fazenda Marinha Aqualider, esteve localizada em mar aberto na plataforma continental do Estado de Pernambuco, a 11 km da costa na prumada da praia de Boa Viagem, Recife.

O empreendimento visou produzir 10 mil toneladas ano de beijupirá quando da conclusão dos 48 tanques-redes previstos no seu projeto. Inaugurada com 4 tanques-redes sua produção em 2009 foi de 60 toneladas de beijupirá e a previsão de produção para o ano de 2010 foi de 400 toneladas daquele peixe.

A Aqualider executou um rigoroso Programa de Monitoramento Ambiental (PMA), conduzido por pesquisadores independentes e regularmente submetido à CPRH (órgão estadual do meio ambiente), com vistas a minimizar quaisquer impactos à comunidade e ao meio-ambiente ao qual se circunscreveu. Adicionalmente, adotou, voluntariamente, padrões internacionais de melhores práticas de gerenciamento e manejo em suas atividades de aquicultura.

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